I can’t stand this indecision Married with a lack of vision
Chuva, frio, “fumacinhas” saindo da boca, roupas pesadas. É, mais uma coisa que me deixa feliz, creio. Mesmo que eu sinta um aperto no coração por causa das saudades. Mesmo que esse momento pareça uma tortura diante da aparente eternidade. É passageiro. I know.
Mas, não vem ao caso.
Só sei que, tento não perder o resto de racionalidade que me sobra em determinados momentos. São tantas coisas, tantas vontades, “tanto tempo”, tantas vidas… “Muitas vidas para um só corpo / Muitos corpos para uma só vida.”
Um misto de: Preguiça, necessidade e vontade.
Sempre penso naquele bendito desenho que passava no falecido Discovery Kids (que Deus o tenha u.u’), em meados de 2000. O nome do desenho era Bernardo e Seu Relógio”. O garoto ganha um relógio, se não me falha a memória o recebe pelo correio e tals. E o “tal relógio” tem um poder de “parar o tempo”. E com isso Bernardo evitava catástrofes e blá blá. (Principalmente a catástrofe de zerar numa prova de matemática…\hah *spoiler* Ele pára o tempo e cata o livro de matemática /Aha Bem, o resto nem preciso contar, não? /muah ¬¬)
Enfim, nem sei porque lembrei desse relógio agora. Só sei que uma boa parte da minha “linda” infância ficava imaginando algum carteiro mágico aparecer em casa e me trazer um daqueles! /dercy
Tá, parei. Isso é vergonhoso. *lixa
Mas, de resto… Sobre “nós”, bem…Sim, eu tenho pensado, até que demais pro meu gosto \aidels E isso que me preocupa, também, pois são nesses momentos que eu perco o restinho da minha “aparente racionalidade”. E eu não gosto de perder minha racionalidade. \aidels ²
Mas é, eu penso e despenso, mas sei que não dá pra ficar fugindo, porque é como se estivéssemos “correndo em círculos”.
Só sei que está uma coisa tão boa… Algo, hã.. “gostoso”, e acho que “saudável” [?] Mas, como eu comentei uma vez: “Na hora em que eu ‘caio em mim’, eu fico com receio, e com medo”.
Enfim, recebi sua mensagem. Sem brincadeira, acho que li e reli aquilo algumas várias vezes. Só não respondi porque eu não sabia ao certo o que “expressar” (e nem agora eu estou sabendo) e acho que me faltou coragem. [?]
Esse jogo de pique-esconde que faço com a realidade, na maioria das vezes me incomoda.
E, acho que não sou a pessoa certa. [?]
P.S.: Li meu post anterior, e ele não tem nada de anormal. /) Parei mesmo meu “raciocínio” no aparente auge, por motivos propositais. Aliás, aquilo tudo foi um auge, nunca teve começo, muito menos fim. Algo tão intenso e explosivo que nem controlo mais. Se bem que, nem dá. /hum
Maio 4, 2009 às 8:34 pm
E viva o inverno chegando \o
Viva o frio, as roupas pesadas, os cobertores, banhos em águas escaldantes, comidas quentes e neblina pela manhã \o
Bem, vou falar uma coisa que já falei inúmeras vezes, mas me parece que sempre encaixa nessas horas. E você vai falar “mas que caralho de moleque, deve ter sido a única aula de literatura que o maldito prestou atenção e agora fica repetindo sempre a mesma merda ¬¬”. Bem, lá vai: CARPE DIEM ;P
Sim, a racionalidade é responsável pela noção das consequências (ai, meu trema que eu involuntariamente tive que capar ._.’) de nossos feitos, garantindo assim um futuro pautado em prudência e visando benefícios a longo prazo. Até ai, nada demais, tudo ótimo, supimpa. Mas até quando convém embasar nossos relacionamentos na racionalidade? Apesar de tudo, vale lembrar o quanto ela é fria, mecânica, vazia. Freiar um relacionamento por mera racionalidade, por medo de perdê-la… não me soa sensato.
Até entendo por um lado essa tentativa de manter a ‘racionalidade’. É aquilo que já falamos, e realmente é um dilema difícil com o que lidar. Mas você está vendo o futuro de uma maneira… ‘programada’ demais =P
Nem sempre o que você vê agora como ideal corresponderá ao mesmo daqui meses, ou anos. É aí que entra o tal do livre arbítrio, e em uma decisão difícil de manter os planos, o que você já tinha concretizado em sua mente e pensava que nada poderia interferir… ou então, a sorrateira mudança, que como os ventos vem sem previsões e mudam todo o curso previsto.
Bem, sou a pessoa mais suspeita para discorrer sobre o assunto com você, mesmo querendo creio que não conseguiria atingir a imparcialidade… plena (cara, incrível como tem palavras que suplicam para serem acompanhadas por um adjetivo o.o). Bem, mas minha palavra quanto a isso é a seguinte: siga seu coração (que gay e que clichê, enfim xD). A Racionalidade é traiçoeira, pois nem mesmo o maior de todos os gênios é capaz de ver uma causa sobre todos seus ângulos de forma imparcial, jamais a razão será Objetiva, pois o ser-humano é subjetivo demais para tal.
Apenas aproveite o que pode, sem cair na inconsequência dos seus atos. Apenas viva o presente, o que lhe é certo.
CARPE DIEM, minha Marília de Dirceu ;P
Kisses, mistress ;**