Arquivo para Maio, 2009

You’ve made your bed, now you must lie on it

Postado em Asneiras, Divagações em Maio 11, 2009 por Ms.Skywalker

Como prometido, o meu adeus. Tá, não é um adeus “adeeeus”, uma vez que nada é para sempre, nem mesmo as despedidas. Isto parece uma pequena, ou extensa pausa para o chá, ou café. Como preferir.

Enfim, preciso de um tempo. Quero dar prioridade para outras coisas, me focar naquilo que me faz bem, ou eu acho que faz. Fiz uns textinhos ai, mas estou sem inspiração para postá-los.

Precognizo mudanças…

A moça continua perdida ainda naquele campo.Naquele plano. Tem horas que ela está tão bem, mas em compensação ela agoniza em momentos estranhos. Acho que preciso me reencontrar. É. E ela também. 

“Há alguma peça faltando. Reencontrar todos os pedaços… Todos eles… Para só assim poder voltar…”

As coisas estão mudando, tudo está mudando. TODOS estão mudando. A única coisa que não muda é a mudança /hum /literatura

Bem, chega de clichês baratos.

 

A nostalgia anda forte ultimamente. As vezes queremos que o ontem volte para hoje, mas de uma forma com que o hoje não mude, continue sendo o hoje, apenas inserido num momento chamado ontem. 

Em certos casos, a frase: “A sabedoria traz a infelicidade” cai como uma luva. Mas, não me queixo, de forma alguma. “You’ve made your bed, now you must lie on it.”

São tantas coisas…Il est passé beaucoup d’eau sous le pont. Realmente, MUITA ÁGUA passou debaixo da ponte. Água até demais pro meu gosto.

Enfim, green eyes. Sei que você não vai ler isso, minha amiga, pois assim como eu você mergulhou dentro de si mesma, diferindo apenas pelo seu abandono do mundo. Gostaria de dizer muitas coisas, coisas estas que ensaio toda noite pra dizer. Todo momento que encontro “paz” em mim torno a pensar nisso.  Palavras anseiam por liberdade, mas eu não sei como. Acho que o desenho é o único jeito de escape. Ou nem isso.

Não sei. É tão estranha esta sensação de “incapacidade”; de “entrave”; blindagem.

No fundo reluto em aceitar que as coisas tenham ido para este rumo, querida. Confesso. Todavia, nada posso fazer pois esta é sua vida, não a minha. Tenho que parar com isso. Parar com essa maldita mania de “querer mudar as coisas que estão apenas em responsabilidade do outro mudar”. O outro, sempre o outro. Esses “terceiros” de nossas vidas. Existem os “terceiros” bons e os “duvidosos”, mas esse não é o assunto em questão.

Nada é o assunto em questão.  Não sei por onde começar, muito menos como terminar. Uma coisa que nunca terá fim, e que nunca teve começo, na verdade. Os pensamentos estão aqui. Sei exatamente o que dizer, mas não sei COMO dizer.

 

Uma pena que eu não possa representar minhas lágrimas. Não com a real intensidade . Do mesmo jeito vai doer, e sempre vai doer.

Honey you are a rock 
Upon which I stand 
And I come here to talk 
I hope you understand

 

 

I came here with a load 
And it feels so much lighter now I met you 
And honey you should know 
That I could never go on without you 

 

 

Cara, realmente não dá. =/ Não por hoje. N ão por amanhã.

Preciso de um tempo, de novo, pra mim mesma.

 

Green Eyes; Thaíssa… Eu espero que onde quer que você esteja, nunca se esqueça que eu amo você, minha querida.

That green eyes 
You’re the one I wanted to find 
And anyone who 
Tried to deny you 
Must be out of their mind

 

 

“O nosso caso sim que é para sempre.”

I can’t stand this indecision Married with a lack of vision

Postado em Divagações em Maio 4, 2009 por Ms.Skywalker

Chuva, frio, “fumacinhas” saindo da boca, roupas pesadas. É, mais uma coisa que me deixa feliz, creio. Mesmo que eu sinta um aperto no coração por causa das saudades. Mesmo que esse momento pareça uma tortura diante da aparente eternidade. É passageiro. I know. 

Mas, não vem ao caso.

Só sei que, tento não perder o resto de racionalidade que me sobra em determinados momentos. São tantas coisas, tantas vontades, “tanto tempo”, tantas vidas… “Muitas vidas para um só corpo / Muitos corpos para uma só vida.”

Um misto de: Preguiça, necessidade e vontade.

Sempre penso naquele bendito desenho que passava no falecido Discovery Kids (que Deus o tenha u.u’), em meados de 2000. O nome do desenho era Bernardo e Seu Relógio”. O garoto ganha um relógio, se não me falha a memória o  recebe pelo correio e tals. E o “tal relógio” tem um poder de “parar o tempo”. E com isso Bernardo evitava catástrofes e blá blá. (Principalmente a catástrofe de zerar numa prova de matemática…\hah *spoiler* Ele pára o tempo e cata o livro de matemática /Aha Bem, o resto nem preciso contar, não? /muah ¬¬)

Enfim, nem sei porque lembrei desse relógio agora. Só sei que uma boa parte da minha “linda” infância ficava imaginando algum carteiro mágico aparecer em casa e me trazer um daqueles! /dercy

Tá, parei. Isso é vergonhoso. *lixa

 

Mas, de resto… Sobre “nós”, bem…Sim, eu tenho pensado, até que demais pro meu gosto \aidels E isso que me preocupa, também, pois são nesses momentos que eu perco  o restinho da minha “aparente racionalidade”. E eu não gosto de perder minha racionalidade. \aidels ² 

Mas é, eu penso e despenso, mas sei que não dá pra ficar fugindo, porque é como se estivéssemos “correndo em círculos”.

Só sei que está uma coisa tão boa… Algo, hã.. “gostoso”, e acho que “saudável” [?]  Mas, como eu comentei uma vez: “Na hora em que eu ‘caio em mim’, eu fico com receio, e com medo”.

Enfim, recebi sua mensagem. Sem brincadeira, acho que li e reli aquilo algumas várias vezes. Só não respondi porque eu não sabia ao certo o que “expressar” (e nem agora eu estou sabendo) e acho que me faltou coragem. [?]

Esse jogo de pique-esconde que faço com a realidade, na maioria das vezes  me incomoda.

E, acho que não sou a pessoa certa. [?]

 

P.S.: Li meu post anterior, e ele não tem nada de anormal. /) Parei mesmo meu “raciocínio” no aparente auge, por motivos propositais. Aliás, aquilo tudo foi um auge, nunca teve começo, muito menos fim. Algo tão intenso e explosivo que nem controlo mais. Se bem que, nem dá. /hum

And I couldn’t tell you but I’m telling you now

Postado em Divagações em Maio 2, 2009 por Ms.Skywalker

Estava pensando hoje, no que me faz feliz, naquilo que me faz esboçar um sincero sorriso de satisfação, naquilo que me deixa leve, e faz com que eu seja eu mesma.

Claro que, são muitas coisas. São pequenos fragmentos, que juntos, formam um. Como uma vez me perguntaram: “Qual é o meu maior desejo?”, respondo da mesma forma: “Impossível de definir; é algo tão subjetivo quanto você pedir para alguém definir ‘Deus’.”

 

“Nossas vidas são feitas desses pequenos momentos, desses pequenos milagres, dessas mudanças e voltas do destino.O tempo passa, mas esses pequenos momentos, esses pequenos momentos…Permanecem. No fim o que realmente importa é o coração”.

 

Assim é. Temos só “essa vida” pra fazer, agora, o que queremos e temos vontade. Podemos ser felizes agora.

As outras vidas que tivemos, já passaram. E as que teremos, ainda estão por vir. Fato.

Sabe, aquele sentimento estranhos que temos, quando sentimos estar “completos”, mesmo que o “copo pareça estar vazio” ?

Quando nos sentimos completos só com a capacidade “metafísica” que habita em nós. Algo realmente delicioso, melhor do que qualquer coisa. Essa felicidade espontânea, e não forjada como temos na maioria das vezes. Aquele sentimento de que “é, eu fiz o que gosto. Valeu a pena por hoje. Fiz meu trabalho bem feito”, enquanto você manda todas as outras coisas que te estressam pra pqp? /)

Pois é.

 

 

P.S.: A propósito, me apaixonei por Ladyhawke. *-* Mais um filme para minha coleção de favoritos. Vale a pena ter. \opa